Convivemos com uma epidemia de diagnósticos depressivos

Convivemos com uma epidemia de diagnósticos depressivos
Convivemos com uma epidemia de diagnósticos depressivos

Convivemos com uma epidemia de diagnósticos depressivos – Basta consultar com a tua ginecologista, dermatologista, clinico do Posto de Saúde, cardiologista e tiveres uma queixa do tipo “ando meio estressado”, sairá da consulta com um antidepressivo.

Na próxima consulta, mesmo com outro médico, ele replicara a receita. Na sequencia você estará convencido que tem depressão Pelo código de doença em vigor, o transtorno depressivo também chamado de perturbação depressiva , é um transtorno psiquiátrico que afeta pessoas de todas as idades.

Convivemos com uma epidemia de diagnósticos depressivos

Caracteriza-se pela perda de prazer nas atividades diárias (anedonia), apatia, alterações cognitivas (diminuição da capacidade de raciocinar adequadamente, de se concentrar ou/e de tomar decisões), psicomotoras (lentidão, fadiga e sensação de fraqueza), alterações do sono (mais frequentemente insônia, podendo ocorrer também hiper-sonolência), alterações do apetite (mais comumente perda do apetite, podendo ocorrer também aumento do apetite), redução do interesse sexual, retraimento social, ideação suicida e prejuízo funcional significativo (como faltar muito ao trabalho ou piorar o desempenho escolar).

O transtorno depressivo maior diferencia-se do humor “triste”, que afeta a maioria das pessoas regularmente, por se tratar de uma condição duradoura (a maior parte do dia, quase todos os dias, pelo menos 2 semanas), de maior intensidade ou mesmo por uma tristeza de qualidade diferente da tristeza habitual, acompanhada de vários sintomas específicos e que trazem prejuízo à vida da pessoa.

Se preencheres estes requisitos, procure um psiquiatra, onde a chance de resolução é maior. Se tuas queixas não se encaixam no descrito acima, desconfie de não estar com doença depressiva.

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