Médicos debatem disforia de gênero carece de mais estudos

Médicos debatem disforia de gênero carece de mais estudos – Três diferentes grupos de médicos escreveram recentemente nos periódicos médicos mais importantes questionando o tratamento hormonal para crianças e adolescentes com disforia de gênero em países como os Estados Unidos, Canadá, Austrália e em alguns países da Europa.

Esses grupos estão extremamente preocupados com o fato de a prática atual estar ultrapassando a ciência, se referindo à ausência de evidências robustas provenientes de ensaios clínicos para corroborar as recomendações de entidades como a Endocrine Society, a American Academy of Pediatrics e o Royal Children’s Hospital Melbourne que apoiam a “afirmação do gênero”.

Médicos debatem disforia de gênero carece de mais estudos
Médicos debatem disforia de gênero carece de mais estudos

Médicos debatem disforia de gênero carece de mais estudos

Se for considerado adequado, as recomendações permitem o tratamento com bloqueadores de puberdade (também chamado de supressão hormonal) tão cedo quanto aos 11 de idade para as crianças que insistem não pertencer ao gênero designado ao nascimento, efetivamente impedindo a puberdade do sexo biológico.

A maioria, a seguir, começa a tomar hormônios “cruzados”; ou seja, tomam estrogênio se estiverem fazendo a transição de homem para mulher (trans feminino) ou testosterona se estiverem fazendo a transição de mulher para homem (trans masculino).

A cirurgia de mudança de sexo pode ser realizada. Ela costumava ser reservada para os jovens com mais de 18 anos de idade, mas alguns procedimentos estão sendo feitos em idades mais jovens.

Só no ano passado, por exemplo, um artigo publicado no JAMA Pediatrics descreveu adolescentes de 13 anos de idade que fizeram mastectomia dupla, na transição de mulheres para homens. [1]

Esta questão veio mais à tona nos últimos anos porque o número de jovens procurando ajuda para sua disforia de gênero tem aumentado consideravelmente em todo o Ocidente.

Alguns profissionais têm, então, se sentido cada vez mais desconfortáveis com o modo como a medicina vem evoluindo neste campo.

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